Engenharia Clínica

Uma das especialidades da OPUS MEDICAL é gerenciar todo o parque e os processos de equipamentos de acordo com as normas estabelecidas pela Anvisa. O serviço de Engenharia Clínica oferecido pela empresa visa acreditação hospitalar preconizadas pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e ISO 9001.

A experiência adquirida pela OPUS MEDICAL na área de Engenharia Clínica é um grande facilitador para os hospitais que pretendem ser acreditados seja no nível 1, 2 e 3. A empresa possui técnicos qualificados e equipe com Engenheiros e Gestores da qualidade capacitados para executar todas as etapas da acreditação no que se refere à manutenção de equipamentos médico-hospitalares.

As Atividades Desenvolvidas pela Engenharia Clínica

Através de nosso departamento de Engenharia Clínica auxiliamos na avaliação para aquisição de equipamentos, peças e acessórios, fazendo o estudo da viabilidade de incorporações tecnológicas, custo pós manutenção / custo preventiva/corretiva.

Fazemos a gestão de todos os equipamentos médico-hospitalares, incluindo o gerenciamento da equipe técnica, controlando o ciclo de vida dos equipamentos através de registros, relatórios e levantamentos estatísticos, assim como levantamento de custos operacionais.

Aplicamos um conjunto de cuidados técnicos indispensáveis ao funcionamento regular e permanente dos aparelhos médico-hospitalares, com inspeção periódica e substituição de componentes, visando conservar as condições de uso, em níveis desejáveis de segurança seguindo normas técnicas disponíveis pela Anvisa e/ou recomendação dos fabricantes

Executamos operações destinadas a corrigir qualquer defeito nos equipamentos, com substituição de componentes, visando reparar, no menor tempo possível, favorecendo o bom andamento das atividades da Instituição, bem como o conforto e bem-estar dos pacientes e funcionários. Critérios utilizados:

Manutenção realizada ainda no setor após ser gerado ordem de serviço

Manutenção realizada na sala técnica montada na instituição

Manutenções externas – aqueles equipamentos que não são solucionados nos níveis anteriores e necessitam de serviços terceirizados passam por toda uma triagem e são acompanhados por nosso departamento de Engenharia Clinica

Em trabalho conjunto com a equipe de enfermagem, o plano de educação continuada em equipamentos médicos auxilia na melhora acentuada no aproveitamento das máquinas tanto em exploração dos recursos tecnológicos adicionais dos equipamentos quanto em relação ao cuidado com a operação dos mesmos.

Disponibilizamos para nossos clientes Software de gestão de Engenharia Clínica:

O software possui banco de dados relacional, transacional e WEB, permitindo níveis de segurança e acesso diferenciado por senhas, possibilitando o acesso da Gerência Hospitalar às informações do setor.

O sistema permite o cadastro de equipamentos por tipo, facilitando a análise das quantidades, normas técnicas pertinentes, dados de fabricantes e fornecedores, além de controlar garantias e manutenções preventivas, elaboração de relatórios técnicos que poderão estar associados às Ordens de Serviço ou a um determinado tipo de equipamento.

A ferramenta permite avaliação do Setor de Engenharia Clínica e seus profissionais através de indicadores de desempenho, contemplando os Relatórios de Produtividade como:

  • Tempo Médio entre Falhas
  • Tempo Médio de Atendimento
  • Tempo Médio de Solução
  • Índice de Rechamada por equipamento
  • Produtividade por Técnico
  • Produtividade por Setor
  • Ordens de Serviço por setor (ou centro de custos)
  • Ordens de Serviço por período
  • Ordens de Serviço por equipamento
  • Ordens de Serviço por técnico
  • Ordens de Serviço pendentes
  • Ordens de Serviço encerradas
  • Custo de manutenção por equipamento
  • Custo da hora técnica por técnico
  • Custo médio de manutenção do equipamento
  • Custo de manutenção por período
  • Custo total de manutenção por período

Dentro dos procedimentos de Engenharia Clinica fazemos o gerenciamento de risco que é importante para a segurança direta do paciente, usuário e da instituição.

No uso dos equipamentos com o gerenciamento de risco poderá ser avaliado várias questões relacionadas com custos, risco envolvidos no tratamento a pacientes, custo de equipamento parado, imagem da instituição, receita perdida entre outras.

Todo este trabalho é voltado para atender uma demanda de solicitações ao setor de Engenharia Clinica que poderá auxiliar de uma maneira mais ampla a Gestão da Instituição.

 

INDICADORES MAIS UTILIZADOS

  • Custo do programa de preventiva
  • Custo com corretiva
  • Disponibilidade de equipamentos
  • Tempo médio entre falhas
  • Tempo médio de reparo
  • Manutenção preventiva realizada X planejada
  • Manutenção corretiva
  • Erro usuário
  • Treinamento homem/hora
  • Tempo de falha após preventiva

 

VANTAGENS DO GERENCIAMENTO DE RISCO

  • Renegociação de contratos de manutenção
  • Compra de equipamentos com cláusulas especificas em sua manutenção
  • Segurança para ações jurídicas
  • Redução de horas paradas do equipamento
  • Levantamento real de necessidade de treinamento
  • Materiais de estoque

Controle de Qualidade

O objetivo de um programa de controle de qualidade é o de assegurar que o médico radiologista obtenha a mais alta qualidade de imagem, facilitando assim no diagnóstico de patologias no paciente. Os benefícios potenciais de um programa de garantia de qualidade foram avaliados em diversos trabalhos na literatura que afirmam que além da melhoria da qualidade da imagem o controle de qualidade auxilia na redução de custos do serviço com a eliminação de gastos com rejeitos e com o aumento da expectativa de vida dos equipamentos.

A legislação brasileira exige que sejam realizados testes de controle de qualidade nos equipamentos de radiodiagnóstico periodicamente. Ela também diz que o responsável técnico pelo serviço de radiodiagnóstico deve tomar todas as medidas necessárias para evitar falhas e erros, incluindo a implementação de procedimentos adequados de calibração, controle de qualidade e operação dos equipamentos de Raios X.

Segundo a Portaria 453/1998 da ANVISA, todo equipamento de Raios X diagnósticos deve ser mantido em condições adequadas de funcionamento e submetido regularmente a verificações de desempenho. Atenção particular deve ser dada aos equipamentos antigos. Qualquer deterioração na qualidade das radiografias deve ser imediatamente investigada e o problema corrigido.

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